Categoria: Notícias

  • Novos associados reforçam a Campanha de Fortalecimento do Cargo de Comissário de Polícia

    Novos associados reforçam a Campanha de Fortalecimento do Cargo de Comissário de Polícia

    A ACP/RS recebeu nesta semana os Comissários de Polícia Adriano Fraga Pinto e João Claudio Sarandy Machado, ambos lotados na Chefia de Polícia, que passaram a integrar oficialmente o quadro associativo.

    Os colegas também aderiram à Campanha de Fortalecimento e Valorização do Cargo de Comissário de Polícia, movimento que vem unindo profissionais de diferentes regiões e departamentos da Polícia Civil em defesa da identidade, da trajetória e do papel estratégico do cargo na instituição.

    A ACP celebra a chegada dos novos associados e destaca a importância desse engajamento coletivo no momento decisivo para a carreira. Cada adesão fortalece a representatividade, amplia o diálogo institucional e reforça a unidade da categoria em torno das pautas prioritárias.

  • ACP/RS reforça pautas prioritárias em reunião com a Chefia de Polícia

    ACP/RS reforça pautas prioritárias em reunião com a Chefia de Polícia

    A ACP/RS esteve reunida hoje com o Chefe de Polícia, Delegado Heraldo Guerreiro, e a Subchefe, Delegada Patrícia Tolotti, para tratar de pautas essenciais à valorização e ao fortalecimento da carreira policial.

    Entre os principais temas abordados, estao:

    ➡️ Simetria entre os cargos da Polícia Civil: pauta central e histórica da ACP, essencial para garantir equidade, valorização e justiça na estrutura remuneratória e funcional da instituição;

    ➡️ Auxílio-saúde, benefício que tem impacto direto sobre o bem-estar e a qualidade de vida de centenas de servidores, cuja ampliação e adequação são reivindicações urgentes da categoria;

    ➡️ Classe Especial, com foco no avanço e reconhecimento dos Comissários dentro da carreira;

    ➡️ Melhoria na remuneração e nos direitos dos Policiais Civis aposentados que retornaram à atividade por meio do PPCA;

    ➡️ Lei Orgânica da Polícia Civil, especialmente quanto à proposta de transformação dos cargos em Oficial Investigador de Polícia, tema que permanece sob análise e constante diálogo pela ACP, em defesa da legalidade e da preservação das carreiras existentes.

    Durante o encontro, foi apresentada à Chefia de Polícia a Campanha de Fortalecimento e Valorização do Cargo de Comissário de Polícia, simbolizada pelo boné institucional que reafirma o compromisso com a identidade e o papel estratégico do cargo, posto final das carreiras de Inspetor e Escrivão.

    O momento é de união, valorização e reconhecimento, com a ACP atuando firmemente em todas as frentes de diálogo institucional para assegurar conquistas e avanços reais à categoria.

    Participaram da reunião o presidente Comissário Luiz Cezar Machado Mello, a vice-presidente Comissária Susi Andrea Garcia e o Diretor Comissário Mário Herbst Garcia.

  • ACP/RS realiza palestra para estudantes sobre o papel da Polícia Civil e prevenção à violência

    ACP/RS realiza palestra para estudantes sobre o papel da Polícia Civil e prevenção à violência

    Atendendo ao convite da direção da Escola Duque de Caxias, a ACP/RS promoveu, nesta semana, uma palestra voltada aos alunos do ensino médio, reforçando o compromisso da instituição com a aproximação entre a Polícia Civil e a comunidade escolar.

    A atividade foi conduzida por Comissários de Polícia com ampla experiência profissional, que compartilharam suas vivências e destacaram as principais atribuições da Polícia Civil na promoção da segurança pública e na defesa da sociedade.

    Durante o encontro, foram debatidos temas essenciais para o cotidiano dos jovens, como o enfrentamento às drogas, a prevenção de crimes e a conscientização sobre práticas como bullying e ciberbullying. O diálogo aberto e direto contribuiu para esclarecer dúvidas, ampliar a percepção dos alunos sobre o trabalho policial e reforçar a importância do respeito e da responsabilidade nas relações sociais.

    A iniciativa reforça o trabalho da ACP na integração entre a polícia e a comunidade, estimulando o diálogo, a confiança e o compromisso coletivo pela construção de uma sociedade mais segura e consciente.

    Participaram da ação o Presidente Comissário Luiz Cezar Machado Mello, a Vice-Presidente Comissária Susi Andrea Garcia, e os Diretores Comissário Turra e Comissário Mário Garcia.

  • ACP/RS no XIV Seminário da Polícia Civil do Rio Grande do Sul

    ACP/RS no XIV Seminário da Polícia Civil do Rio Grande do Sul

    A ACP/RS marcou presença no XIV Seminário da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, realizado nos dias 6 e 7 de novembro, em Bento Gonçalves.

    As Comissárias de Polícia Beatriz Sesti e Rosângela Alves representaram a entidade no evento, que teve como tema “Polícia Civil na Trilha do Crime: Organizações Criminosas, Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos” e reuniu diversas autoridades, especialistas e representantes de instituições parceiras.

    Na foto, as representantes da ACP/RS estão acompanhadas da deputada Delegada Nadine Anflor e do Chefe de Polícia, Delegado Heraldo Guerreiro.

    A participação da ACP/RS reforça o compromisso da Associação com o fortalecimento institucional, a valorização dos comissários de polícia e o constante aperfeiçoamento profissional da categoria.

  • ACP apresenta campanha de fortalecimento do cargo de Comissário de Polícia à Deputada Delegada Nadine

    ACP apresenta campanha de fortalecimento do cargo de Comissário de Polícia à Deputada Delegada Nadine

    A ACP/RS foi recebida nesta semana pela Deputada Delegada Nadine em seu gabinete na Assembleia Legislativa. A reunião marcou um momento de reafirmação da luta da ACP pela defesa institucional e valorização do cargo de Comissário de Polícia, culminando na apresentação da Campanha de Fortalecimento e Valorização do Cargo, iniciativa que simboliza a união da categoria em torno de sua identidade, atribuições e papel estratégico na estrutura da Polícia Civil.
    Durante o encontro, a diretoria da ACP apresentou os pilares centrais da campanha, que tem como propósito preservar a integridade da carreira, garantir o reconhecimento do Comissário como cargo final dos Inspetores e Escrivães e reforçar a importância de sua função de comando e liderança no ciclo da investigação criminal.
    Entre os temas debatidos com a parlamentar, destacaram-se:
    • O avanço do projeto da classe especial, importante conquista para a progressão funcional da categoria;
    • As estratégias para sensibilizar o governo sobre a necessidade de simetria remuneratória e institucional entre as carreiras da Polícia Civil;
    • A valorização dos policiais aposentados vinculados ao PPCA, com a construção de propostas legislativas voltadas à atualização remuneratória, congelada desde 2016;
    • A implementação do benefício auxílio saúde;
    • E o debate técnico sobre a Lei Orgânica Federal, com especial atenção aos riscos de inconstitucionalidade contidos no artigo que trata da transformação dos cargos atuais dos agentes em um único cargo denominado “Oficial Investigador de Polícia”.
    A Deputada Delegada Nadine manifestou total apoio à Campanha, reconhecendo sua relevância para a manutenção da estrutura hierárquica, funcional e histórica da Polícia Civil. Reafirmou ainda o compromisso com a defesa das pautas da categoria, valorizando a liderança exercida pelos Comissários e o legado de responsabilidade e experiência que representam para a instituição.
    A ACP/RS reforça que a campanha é mais do que uma ação simbólica. É um movimento de união e mobilização em defesa da legalidade, da valorização profissional e da preservação da identidade de uma carreira essencial à segurança pública do Estado.
    Participaram da reunião o Presidente da ACP, Luiz Cezar Machado Mello, a Vice-Presidente, Comissária Susi Andrea Garcia, o Diretor, Comissário Mário André Garcia, a Deputada Delegada Nadine e sua Chefe de Gabinete, Andressa Vicentini.
  • Entenda por que o Art. 38 da Lei Orgânica é inconstitucional e ameaça as carreiras da Polícia Civil

    Entenda por que o Art. 38 da Lei Orgânica é inconstitucional e ameaça as carreiras da Polícia Civil

    O Art. 38 da Lei 14.735, de 23.11.23, diz que, quando da criação do novo cargo único:
    “Os cargos efetivos atualmente existentes na estrutura da Polícia Civil serão transformados, renomeados ou aproveitados (em lei do respectivo ente federativo), respeitadas a similitude e a equivalência de atribuições nas suas atividades funcionais.”

    A respeito, legalmente temos as seguintes situações:

    1. Sendo o novo cargo proposto um aglutinador de todas as diferentes e específicas atribuições legais dos atuais cargos de Agentes PCs do RS, quais sejam os de Investigador de Polícia, Inspetor de Polícia, Escrivão de Polícia, Comissário de Investigação Policial e de Comissário de Polícia, o cogitado novo cargo a ser criado obviamente seria outro cargo, diferente em atribuições de qualquer outro atual.

    2. Isso significa, obviamente, provimento derivado, que vem a ser a investidura em cargo público sem concurso ou observação de mesma escolaridade, objeto da Súmula Vinculante 43 do Supremo Tribunal Federal, que inclusive já invalidou a transformação havida aos Investigadores de Polícia de nosso Estado.

    3. Embora o novo cargo previsto possua “nível superior”, a hipotética transformação estaria vedada novamente aos atuais Investigadores de Polícia, em vista da diferente escolaridade formal, vez que sua carreira, em extinção, legalmente não o possui.

    4. Em consequência de uma imaginária criação do novo cargo de Investigador de Polícia, acrescido do termo “Oficial”, também restariam prejudicados todos os demais atuais ocupantes de cargos policiais civis do Estado do Rio Grande do Sul, pois que, impedidos da transformação inconstitucional por provimento derivado, teriam seus cargos e carreiras extintas, com perda de referência remuneratória.

    5. Especialmente a referendar o equívoco redacional do Art. 38 em causa, tem-se que todos os parágrafos desse mesmo artigo foram vetados por inconstitucionalidade, expressamente dada por provimento derivado e interferência indevida na competência privativa de chefes de poderes executivos (estaduais e do Distrito Federal).

    As razões dadas pelo Executivo (e acolhidas pelo Congresso Nacional) a todos os parágrafos do Art. 38 são as seguintes:
    “Em que pese a boa vontade do legislador, pontua-se que a proposição legislativa é contrária ao interesse público, pois versa sobre regras específicas que possibilitam investidura em cargo público via provimento derivado, implicando interferência indevida na organização político-administrativa do ente federado, inclusive em matérias de competência privativa de chefes de poderes executivos, com impacto sobre o equilíbrio federativo.”

    1. O contido nos parágrafos do Art. 38 tornados inexistentes na Lei Orgânica das PCs por inconstitucionalidade reconhecida são os seguintes:

    Parágrafo primeiro do art. 38 – “Os atuais cargos podem ser renomeados com a nova nomenclatura mesmo quando não houver similitude de função (atribuições legais) e com as devidas aglutinações dos cargos conforme conveniência da administração pública.” – Vetado por inconstitucionalidade (provimento derivado e interferência na competência do Estado).

    § 2º do art. 38 – “Aplicado o parágrafo primeiro deste artigo, os atuais servidores podem optar por permanecer no seu cargo.” – Vetado por inconstitucionalidade (interferência na competência do Estado).

    § 3º do art. 38 – “Se aplicada a renomeação, os aposentados devem ter seus cargos renomeados para ‘oficial investigador’, preservados seus direitos previdenciários e dos respectivos pensionistas.” – Vetado por inconstitucionalidade (provimento derivado e interferência na competência do Estado).

    § 4º do art. 38 – “Os cargos já extintos ou em extinção (investigadores) serão aproveitados ou renomeados para o cargo de ‘oficial investigador de polícia’ por similitude de função ou aglutinações de funções, observados os princípios de ‘modernização legislativa’.” – Vetado por inconstitucionalidade (provimento derivado e interferência na competência do Estado).

    Sendo assim, para tranquilidade dos atuais Agentes (Investigador de Polícia, Inspetor de Polícia, Escrivão de Polícia, Comissário de Investigação Policial e de Comissário de Polícia) Policiais Civis de nosso Estado, ativos e inativos, não resta dúvida de que a transformação compulsória dos seus atuais cargos é impossível de ocorrer, por absoluta inconstitucionalidade, além de ser inviável o novo cargo proposto, que aglutinaria funções legais e cuja criação estaria sob a competência federativa do nosso Estado.

    Apesar de o Governo do Estado do RS não haver ainda se ocupado oficialmente do assunto, podemos adiantar que, em entrevista com o Exmo. Sr. Procurador-Geral do Estado, esta ACP/RS obteve claros indicativos de concordância em relação à inconstitucionalidade das transformações aventadas.

    A propósito, a ACP/RS oficiou em setembro à Chefia de Polícia, buscando manifestação competente do Governo Estadual acerca do entendimento oficial da matéria, em vista de suas possíveis consequências danosas aos servidores policiais alvo do tumultuoso e surpreendente Art. 38 da Lei Orgânica, aliás baixada de modo inesperado.

    Entretanto, nesse meio tempo, temos que o Governo do Estado do RS fez publicar no Diário Oficial de 24 de outubro último o Edital nº 06/2025 da Academia de Polícia Civil, sobre a abertura de Concursos Públicos de Ingresso nas Carreiras de Escrivão de Polícia e de Inspetor de Polícia, para preenchimento inicial de 360 vagas em cada cargo. De acordo com os itens 2.3.1 e 2.4.1 do Edital, as atribuições permanecem bem distintas entre si.

    Este fato, a nosso ver, demonstra o posicionamento legal do Estado do RS quanto ao Art. 38 da Lei Orgânica das Polícias Civis.

    Por fim, importa referir — a todos os integrantes das atuais carreiras ativas de Agentes Policiais Civis —, cujas carreiras são hierarquizadas, que o cargo de Comissário de Polícia é seu final de carreira a ser preservado e valorizado como chefia intermediária entre o quadro de Agentes e as respectivas Chefias de Delegados de Polícia, algo essencial a toda e qualquer instituição hierarquizada como a nossa.

  • ACP/RS lança campanha de fortalecimento do cargo de Comissário de Polícia em evento na CORE

    ACP/RS lança campanha de fortalecimento do cargo de Comissário de Polícia em evento na CORE

    ACP/RS marcou presença hoje na CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em um importante momento de integração e valorização da categoria.

    Durante o encontro, o Comissário de Polícia e diretor da ACP Turra, ministrou instruções práticas sobre equipamentos operacionais e técnicas de entrada em edificações, reforçando a importância da capacitação constante dos profissionais que atuam na linha de frente das operações policiais.

    Também estiveram presentes nosso presidente Luiz César Machado Mello, e a vice-presidente, Comissária Susi Andrea Garcia, que falaram aos participantes sobre o papel estratégico do Comissário de Polícia dentro da instituição e sobre o lançamento oficial da Campanha de Fortalecimento do Cargo, promovida pela ACP.

    A iniciativa busca ampliar o reconhecimento e a valorização do cargo de Comissário de Polícia, reafirmando sua relevância histórica e operacional na estrutura da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

    O evento contou com a participação de escrivães, inspetores e comissários de diversos departamentos especializados da Polícia Civil, que demonstraram união e engajamento em torno da causa comum: fortalecer e consolidar o papel dos comissários como peça essencial no trabalho investigativo e de comando da instituição.

  • Publicado o edital da Polícia Civil do RS

    Publicado o edital da Polícia Civil do RS

    O edital do concurso público da Polícia Civil do Rio Grande do Sul já está disponível!

    As inscrições começam no dia 27/10 e seguem até 26/11, exclusivamente pelo site da Fundatec.

    São oferecidas vagas para os cargos de Escrivão e Inspetor de Polícia, e o candidato deverá optar por apenas um cargo no ato da inscrição, já que ambos possuem atribuições e provas distintas.

    A prova objetiva está prevista para o dia 18/01/2026, e o edital, no Diário Oficial, detalha os conteúdos programáticos, etapas do processo seletivo e requisitos específicos para cada cargo.

    Leia o edital:

    diariooficial-2-88-138

  • STF reafirma integralidade e paridade para policiais civis que se aposentaram antes da Reforma da Previdência

    STF reafirma integralidade e paridade para policiais civis que se aposentaram antes da Reforma da Previdência

    O Supremo Tribunal Federal reafirmou o direito à integralidade e paridade nas aposentadorias dos policiais civis que preencheram os requisitos antes da Reforma da Previdência (EC 103/2019), conforme a tese firmada no Tema 1019.

    A ACP/RS acompanha com atenção as decisões que impactam diretamente os direitos e a valorização da categoria, reafirmando seu compromisso em manter os associados informados e representados em todas as pautas que envolvem os policiais civis do Estado.

    Leia nosso documento aqui:

    ACP- Tema 1019 STF – Paridade e Integralidade (1)

  • ACP/RS dialoga com Deputada Delegada Nadine sobre melhorias no Programa de Policiais Civis Aposentados (PPCA)

    ACP/RS dialoga com Deputada Delegada Nadine sobre melhorias no Programa de Policiais Civis Aposentados (PPCA)

    Nesta quarta-feira, a ACP/RS, representada pela vice-presidente Comissária Susi Andréa Garcia, realizou uma reunião online com a Deputada Estadual Delegada Nadine Anflor para tratar de melhorias na remuneração e nos direitos dos policiais civis aposentados que retornam à ativa por meio do Programa de Policiais Civis Aposentados (PPCA).

    Durante o encontro, a deputada se mostrou atenta ao pleito e disposta a contribuir com a valorização dos servidores que, com sua experiência e dedicação, seguem colaborando com a segurança pública do Estado.

    A ACP/RS encaminhará sugestões de projeto de lei voltadas à atualização remuneratória, uma vez que o valor da gratificação permanece sem reajuste desde 2016.

    A entidade convoca todos os policiais que integram o PPCA a se engajarem nesse processo, fortalecendo a representatividade e a defesa dos seus direitos.